Código Ambiental • Regimento Interno • Taxas • Limpeza Pública • Consumo Sustentável
Orientações
Básicas para Organizar
um Serviço de Limpeza Pública em Comunidades de Pequeno Porte
Trabalho elaborado em parceria com o Departamento de Saneamento da Secretaria de Política Urbana (SEPURB) do Ministério do Planejamento e Orçamento; Secretaria de Coordenação dos Assuntos do Meio Ambiente (SMA) do Ministério do Meio Ambiente, dos recursos Hídricos e da Amazônia Legal; Fundação Nacional de Saúde (FNS) do Ministério da Saúde; e com o apoio do Programa Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
MPO/SEPURB
Secretária de Política Urbana SEPURB/MPO
Diretora do DESAN/SEPURB - Dilma Seli Pena Pereira
Equipe Técnica - Irene Guimarães Altafin, Emiliano José Silva Santiago, Marco Antonio Borzino
MMA/SMA
Secretário de Coordenação dos Assuntos do meio Ambiente - Haroldo
Mattos de Lemos
Diretora do DEGAM - Marília marreco Cerqueira
Coordenador da COURB - Alfredo Gastal
Equipe Técnica - Angela Maria Barbosa Parente
MS/FNS
Presidente da Fundação Nacional de Saúde - Januário Montoni
Equipe Técnica - Mara Lúcia carneiro Oliveira
Colaboração - Mário Matsuo Onuki, Roberto Nelson Nunes Reis
Apoio - PNMA - Programa Nacional do Meio Ambiente
Coordenadora Geral do Programa nacional do meio ambiente - Regina Elena
crespo Gualda
Diagramação - José Alexandre Batista e Eduardo Giovani Guimarães
Revisão Técnica - João Tinôco pereira Neto e Universidade Federal de Viçosa – MG
Revisão - Valdir Pereira - FNS
Projeto Gráfico: Ronaldi Van de kamp
Ilustrações retiradas do manual “O que é preciso saber sobre Limpeza Urbana” -
MBES/PNUD - 1995
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO .................................................................7
1. A
Importância da coleta e tratamento adequado ................9
2. O
que compreende um serviço de limpeza pública ..............13
3.
Acondicionamento .......................................................15
4. Varrição
....................................................................17
5.
Coleta ......................................................................19
6.
Tratamento e destino final ............................................21
7.
Coleta seletiva ...........................................................23
8. Como
organizar um serviço de limpeza pública ..................25
9. Onde
buscar informações técnicas .................................29
10.
Onde obter recursos para investimentos ..........................31
11. Normas existentes
sobre resíduos sólidos .........................33
12. Modelo de
diagnóstico ..................................................35
13.
Bibliografia consultada ..................................................41
Apresentação
Os
serviços de
limpeza pública, sem o devido acondicionamento do lixo, sem coleta
regular e organizada, e sem um destino final que atenda aos mínimos
parâmetros sanitários, representam um permanente foco transmissor de
doenças e de degradação ambiental, afetando a qualidade de vida da
população. A falta de cuidados com o lixo propicia a existência de
criadouros de vetores transmissores de doenças, constituindo-se numa
constante ameaça à saúde pública.
Recentemente, observou-se um aumento da incidência de casos de dengue, do dengue
hemorrágico e da febre amarela, cujo mosquito transmissor (Aedes aegypti) tem como um dos principais
criadouros os recipientes descartáveis que são jogados no lixo mal condicionados
e indevidamente dispostos.
Por outro lado, as dificuldades por parte das municipalidades, notadamente
as de pequeno porte, na organização dos serviços e no adequado manejo dos resíduos
sólidos, tem dificultado o combate de tais infestações, além de impedir um
atendimento mais eficiente à comunidade.
A preocupação com essa realidade e a observância ao princípio de ações integradas
e descentralizadas motivaram o Ministério do Planejamento e Orçamento, por
meio da Secretaria de Política Urbana (SEPURB), o Ministério do Meio Ambiente,
dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, por meio da Secretaria de Coordenação
dos Assuntos do Meio Ambiente (SMA) e o Ministério da Saúde, por meio da Fundação
Nacional de saúde (FNS), a produzirem, em conjunto, esta publicação em apoio à proposta
de erradicação do Aedes aegypti no
Brasil.
Assim, o objetivo deste trabalho é orientar as comunidades de pequeno porte,
através de uma linguagem técnica de fácil compreensão, a obterem melhor equacionamento
da problemática do lixo urbano em todos os seus aspectos, possibilitando a
criação de uma estrutura adequada do serviço de limpeza pública, com a utilização
de processos acessíveis de manuseio e de destinação final ou, simplesmente,
pelo aprimoramento dos serviços existentes, contribuindo, portanto, no contexto
da administração Pública, para uma efetiva melhoria do atendimento dos serviços
de saneamento urbano.
1. A Importância da coleta e tratamento adequado
UM
SERVIÇO ADEQUADO
DE LIMPEZA PÚBLICA PROMOVE:
·
melhoria
no padrão de vida e de saúde da população
·
melhoria
nos aspectos estéticos e ambientais da cidade
·
melhoria
na economia do município
Principais problemas de ordem sanitária causados pelo lixo mal coletado e acumulado
a céu aberto:
·
permite
a proliferação de agentes transmissores de doenças, como baratas, ratos,
moscas e mosquitos, que causam dengue, febre amarela, cólera, diarréias infecciosas,
amebíase, helmintoses, peste bubônica e leptospirose;
·
permite
a proliferação de fungos e bactérias que podem transmitir tifo, hepatite
e causar alergia respiratória e problemas de pele (dermatoses)
·
provoca
a contaminação das águas e do meio ambiente, gerando problemas de degradação
ambiental e de estética urbana e paisagística
1.1. Aspectos ambientais e de bem-estar social
Uma
cidade que recolhe e trata seu lixo promove A EDUCAÇÃO DA COMUNIDADE, estabelecendo
hábitos de limpeza e de higiene entre os cidadãos.
Ao recolher e tratar o lixo, são criadas condições de melhoria dos níveis de
saúde da população, prevenindo e evitando doenças.
Dar ao lixo uma solução adequada significa melhorar a qualidade do meio ambiente,
do solo, do ar e das águas de superfície e subterrâneas, ampliando, inclusive,
a possibilidade de exploração do turismo.
1.2. Aspectos econômicos e financeiros
Sob
o ponto de vista econômico, a produção exagerada de lixo e a disposição final
inadequada - sem projetos e sem critérios - representam um desperdício
de materiais, energia e recursos naturais e financeiros.
Um serviço de limpeza adequado, com reaproveitamento e reciclagem de
materiais, diminui:
·
o
consumo de energia, de matérias-primas e de recursos naturais, protegendo
o meio ambiente
·
a
necessidade de tratamento e disposição de grandes quantidades de lixo
·
a quantidade de lixo e, portanto, os gastos com coleta e destino final
·
os
riscos para a saúde da população e de poluição do meio ambiente
·
a
desvalorização dos terrenos nas proximidades dos aterros sanitários
Proporciona ainda:
·
novas oportunidades de trabalho e renda
·
melhoria
da paisagem e redução da degradação ambiental, possibilitando o aproveitamento
dos recursos naturais para o turismo
2. O que compreende um serviço de limpeza pública
Os
serviços de
limpeza pública absorvem, normalmente, cerca de 7 a 15% dos recursos
do orçamento municipal. Entretanto, um bom gerenciamento dos mesmos,
pode representar uma boa aceitação da administração municipal por parte
da população, compreendendo:
•
o acondicionamento, a coleta e o transporte do lixo domiciliar e comercial
a coleta e transporte de lixo dos serviços de saúde e hospitalar
• a
varrição, a capinação e a roçagem, limpeza de praias, limpeza de feiras livres,
remoção de animais mortos, limpeza de “bocas-de-lobo”, galerias e córregos,
pintura de meio-fio, coleta de resíduos
volumosos e entulhos
• tratamento
e destino final do lixo
• a reciclagem de materiais
• o controle e a fiscalização desses serviços
2.1. A quem cabe a responsabilidade do lixo
De acordo com o art. 30 da Constituição Federal, cabe à administração municipal a responsabilidade pela gestão dos serviços de interesse local, como a coleta e o destino final adequado de todo o lixo gerado no município.A Prefeitura é responsável pela coleta, destino final, controle e fiscalização do lixo domiciliar, comercial e público.
O
lixo especial - como, por exemplo, o gerado em hospitais e nas indústrias - e o entulho
da construção civil poderão ser de co-responsabilidade da Prefeitura
e da fonte geradora, dependendo da legislação local, competindo á prefeitura
o controle e a fiscalização desses serviços. À Prefeitura
compete ainda:
·
buscar
formas de tratamento para o lixo do município, cujos resultados
só serão positivos e duradouros se atenderem a um plano de gestão
com requisitos técnicos, ambientais e econômicos
·
orientar
a população quanto a geração, acondicionamento e procedimentos para
a coleta do lixo
·
fazer
campanhas ou implementar programas educacionais voltados à conscientização
da importância da limpeza da cidade, e incentivar medidas que visem diminuir
a própria geração de lixo.
3. Acondicionamento
O lixo deverá ser acondicionado em recipientes com tampa, confeccionados em material resistente e formato que permita fácil limpeza. O recipiente deverá Ter capacidade para armazenar o lixo produzido entre uma coleta e outra. Compete à administração municipal orientar a população e incentivar o uso adequado de recipientes para o acondicionamento do lixo, sendo os mais comuns:
Para
o lixo domiciliar
recipientes com
tampas
sacos plásticos fechados de modo a evitar a exposição
recipientes metálicos, plásticos ou em pneus usados, com tampa
Para o lixo comercial
sacos
plásticos
sacos de ráfia
tambores de 200 litros, com identificação
caçambas estacionárias
Para o lixo industrial
não perigoso
- contêineres/caçambas
perigoso - recipientes especiais*
Para
o lixo de serviços de saúde
sacos
plásticos
brancos especiais
Para
o lixo público de varrição:
cestos, carrinhos de varrição, tambores
De poda, capinação, limpeza de galerias e entulhos:
contêineres,
caçambas estacionárias, tambores de 200 litros, recipientes basculantes
É necessário que os carrinhos e tambores sejam forrados com saco plástico, devidamente
identificados.
Em qualquer situação, não deverão ser utilizados recipientes abertos, expostos à chuva,
para não acumular água; tal providência impedirá a proliferação de mosquitos
transmissores de doenças, principalmente a dengue .
4. Varrição
A
varrição deverá ocorrer de forma diferenciada, de acordo com as características,
tipo de ocupação e região da cidade, recomendando-se:
|
TIPO
DE ÁREA |
FREQÜENCIA |
PERÍODO |
OBSERVAÇÃO |
|
Residencial |
2 a 5 vezes por semana |
diurno |
Repasse
nas vias de maior movimento e concentração |
|
Comercial
industrial |
diária |
noturno |
Repasse nas vias de maior movimento e concentração |
|
Feiras,
festas e locais de venda de pescados |
eventual |
Imediatamente após a realização do evento |
A varrição deve iniciar-se imediatamente após a realização do evento;
nas vendas de pescados, as vias devem ser lavadas e desinfetadas |
5. Coleta
A
coleta de lixo também deverá ocorrer forma diferenciada, de acordo com as características,
tipo de ocupação e região da cidade, recomenda-se:
|
TIPO
DE ÁREA |
FREQÜENCIA |
PERÍODO |
OBSERVAÇÃO |
|
Residencial |
dias alternados |
diurno |
diária em áreas
mais adensadas |
|
Comercial
industrial |
diária |
diurno noturno |
o
período dependerá do
tamanho da cidade e da produção de lixo |
|
Favelas, áreas de urbanização condenada e precária, terrenos acidentados |
diária |
diurno |
o planejamento dependerá das características e particularidades
de cada área |
|
Feiras,
festas e locais de venda de pescados |
eventual |
Imediatamente após a realização do evento |
A coleta deverá ser iniciada imediatamente após a varrição |
Equipamentos
usualmente utilizados para a coleta:
·
Carrinhos coletor manual
·
Carroça de tração
animal
·
Veículos
motorizados, tais como:
-
basculante
-
convencional
-
compactador
- transportador
de contêineres
- transportador
de caçambas
A utilização de veículos com ou sem compactação depende da região da cidade e de suas características:
·
os
veículos sem compactação são indicados para áreas de população não
concentrada
·
os
veículos com compactação são indicados para áreas com maior concentração
populacional
O
lixo produzido nos serviços de saúde deverá ser coletado separadamente, devendo Ter
destinação final exclusiva.
6. Tratamento e destino final
Devem
ser definidas soluções compatíveis com a realidade do município, considerando as
características do lixo e os condicionantes técnicos, econômicos e
ambientais locais.
De
modo geral, tratando-se de município de pequeno e médio porte, recomendam-se as
seguintes soluções, sujeitas á aprovação do órgão estadual de controle
ambiental:
• Aterro
sanitário
Aterro
sanitário é um
processo de disposição do lixo, fundamentado em critérios de engenharia
e normas operacionais específicas, que permite a confinação segura
em termos de controle da poluição ambiental e proteção à saúde pública.
• Transformação do lixão em aterro sanitário
Trata-se
de uma alternativa que possibilita a recuperação gradual da área atualmente
utilizada, desde que haja espaço e adequação suficiente para esse fim,
observados os critérios técnicos.Esta pode ser a solução mais recomendada
para municípios de pequeno porte.
• Compostagem
Consiste
na fermentação
do lixo orgânico, separado dos demais compostos inorgânicos (plástico,
vidros, metais, etc.), a fim de produzir adubo. A compostagem é feita
em pátios especialmente preparados, sendo o material orgânico disposto
em leiras (montes) que operam por reviramento (período de reviramento
de 2 a 3 vezes por semana). Este é um sistema de tratamento simples,
mas requer acompanhamento técnico de controle de temperatura e umidade.
• Reciclagem
O
lixo é composto
por matéria orgânica e inorgânica; restos de comida, folhas, papel,
papelão, plástico, metal e vidros, algumas das quais podem ser recicladas
e reutilizadas. A reciclagem é, portanto, uma forma de separar e recuperar
materiais que foram usados, descartados e que podem ser transformados
e reutilizados.
• Incineração
É uma forma de
tratamento indicada apenas para o caso de grande quantidade de resíduos
perigosos, envolvendo equipamentos caros, com riscos de contaminação
do ar, caso não haja tratamento de gases. Além disso, as cinzas remanescentes
do processo precisam ser convenientemente dispostas.
Todos os processo existentes apresentam vantagens e desvantagens que
deverão
ser avaliados antes da tomada de posição por parte das Prefeituras.
Devido ao grande risco que representam, os resíduos sólidos gerados pelos serviços
de saúde, em qualquer situação, deverão ser considerados separadamente, com
tratamento exclusivo ou áreas isoladas para sua disposição, devendo obedecer
as normas vigentes dos órgãos ambientais.
7. Coleta seletiva
Consiste na separação dos materiais
recicláveis, definidos como inertes (papéis, plásticos, metais, vidros,
etc.) e de matéria orgânica (sobras de alimentos, frutas, legumes, etc.)
nas próprias fontes geradoras: residências, escolas, escritórios e outros
estabelecimentos. Esta prática facilita a reciclagem porque os materiais estarão mais
limpos e, consequentemente, com maior potencial de reaproveitamento.
Para o sucesso da coleta seletiva é importante que o município ofereça um sistema
eficiente de recolhimento dos recicláveis.
Para implantar um sistema de coleta seletiva é necessário:
·
Conscientizar
a população de que o material reciclável não é propriamente lixo,
devendo, portanto, ser acondicionado separadamente
·
Promover
e oferecer condições para que a população possa descartar seletivamente
papéis, plásticos, vidros e metais, instalando recipientes identificados nas
praças e estabelecimentos públicos e efetuando a coleta com regularidade
·
Implantar
um centro de triagem para separação, classificação e armazenamento
destes materiais até a sua reutilização/comercialização
·
Promover
estudo de mercado para conhecer a viabilidade de comercialização dos
materiais recicláveis
·
A
coleta seletiva deve prever, também, o recolhimento dos resíduos orgânicos,
os quais poderão ser aproveitados para gerar energia, gás ou adubo orgânico
7.1. A operação da coleta seletiva pode ser:
• Domiciliar- realizada por caminhão de carroceria, com coleta semanal
•Postos de Entrega Voluntária (PEVs) - caçambas e contêineres de diferentes
cores, instalados em pontos estratégicos, onde a população possa depositar
o material previamente selecionado
|
Padrão
de cores para recipientes: |
|
|
Azul |
Papéis |
|
Amarelo |
Metais/latas |
|
Verde |
Vidros |
|
Vermelho |
Plásticos |
|
Marrom |
Resíduos
orgânios |
8. Como organizar um serviço de limpeza pública
A
Constituição
Brasileira determina, no seu art. 182, § 1º, a obrigatoriedade do Pano
Diretor para as cidades com mais de 20.000 habitantes. Nas cidades
de menor população, as questões relacionadas com a limpeza pública
podem ser disciplinadas através de leis municipais, como: Lei orgânica,
Código de Obras, Código de Posturas, Código Tributário, entre outras.
A
estrutura de um serviço de limpeza pública deve ser definida em função das peculiaridades
de cada município e dependerá do número de habitantes e de quais serviços
serão desenvolvidos. Usualmente, o serviço de limpeza pública é subordinado
a uma secretaria de serviços Públicos ou de Obras, que dará o apoio às
necessidades do serviço, por intermédio de um técnico especializado
e treinado: em municípios menores, pode estar subordinado a um departamento
técnico .
De
modo geral, os serviços podem ser:
• Centralizados - executados diretamente pela Prefeitura
• Descentralizados - executados
diretamente por terceiros, mediante concessões da Prefeitura
• Combinado - parte
do serviço é executado
pela Prefeitura, e parte por empresa privada
|
Para
organizar um serviço de limpeza pública é necessário ter conhecimento
das suas condições atuais. Para isso, deve-se realizar um levantamento
por técnicos com conhecimento na área de saneamento. Caso
o município não disponha de pessoal técnico com essa qualificação,
poderá solicitar apoio nas regionais da Fundação nacional de
Saúde (FNS), ou órgãos estaduais de controle ambiental. |
8.1.
Com base nas condições identificadas, deverá ser elaborado um Plano de Coleta, Transporte, Tratamento e
Destino Final do Lixo, de uma maneira geral, deverá incluir os seguintes
componentes:
è
acondicionamento - indicar formas de acondicionamento na fonte (no domicílio), orientando,
incentivando e ajudando a população na aquisição e no uso adequado do
recipiente de lixo
è
varrição
e limpeza das ruas - dividir
a cidade em zonas e organizar grupos de trabalhadores para varrição.
Definir freqüência e horários, sempre que possível após a coleta
è
coleta - programar a coleta , especificando
roteiro, freqüência, período, equipamentos e mão-de-obra necessária.
A cidade deverá ser dividia em zonas, de acordo com o tamanho do município,
e cada zona deve Ter um coordenador responsável pela coleta
A
periodicidade da coleta deverá ser mantida e observada, uma vez que
a regularidade é uma etapa muito importante e a sua interrupção, por
qualquer motivo, compromete todo o Plano. È importante que a Prefeitura
informe a população sobre o horário estabelecido para a coleta
Dependendo
das particularidades do município, deve-se estudar a possibilidade
de usar carroças com tração animal para a coleta e remoção do lixo
em ruas de difícil acesso. Dispensar o máximo de atenção ao lixo oriundo
de serviços de saúde (hospitais, casas de saúde, consultórios médicos
e odontológicos, laboratórios, de manipulação humana e animal) e matadouros.
É importante
que a Prefeitura responsabilize os donos de barracas e de bancas de
peixe e frutas pela limpeza da área adjacente, inclusive o acondicionamento
do lixo em recipientes. Esta exigência deve ser incluída no Código
de Postura do Município.
è
tratamento e destino final - estudar,
dentre as opções mencionadas anteriormente, a que mais se ajuste às condições
técnico-financeiras e administrativas da prefeitura, sempre buscando
soluções que preconizem o princípio do reaproveitamento do lixo
O
sistema escolhido deverá ser adequadamente dimensionado, conter todas as características
e atender as normas de controle ambiental. O projeto deverá ser avaliado
e aprovado pelo órgão estadual de controle ambiental.
è
controle
e fiscalização - compreende
uma abordagem das normas, critérios e mecanismos que disciplinem a limpeza
pública do município
è
educação
ambiental - devem ser programadas
ações educativas com o objetivo de informar, orientar, conscientizar
e mobilizar a população sobre a necessidade de acondicionamento, importância
da coleta, benefícios de reciclagem de materiais, remoção e destino final
do lixo.
è
infra-estrutura
técnica e administrativa - necessária para a definição da estrutura
operacional do serviço de limpeza.
8.2. Nenhum serviço de limpeza pública tem
condições de executar suas atividades se não tiver uma estrutura
própria:
- Para
um município com população de até 10 mil habitantes, a direção do
serviço poderá ficar sob a responsabilidade de um encarregado, que também
desempenhará as funções de supervisor e
fiscal
- Para
município com população entre 10 e 40 mil habitantes, o encarregado
deverá ser um técnico de nível médio
- Para
municípios com população entre 40 e 100 mil habitantes, o encarregado
poderá ser de nível médio, desde que tenha apoio ou esteja subordinado
a um departamento que contenha profissionais de nível superior em engenharia
Com
o serviço
de limpeza pública é bastante peculiar e específico, é importante que
seu encarregado receba treinamento e tenha acesso a informações
O
município cobra
(normalmente incluída no IPTU) a Taxa de Coleta e de Destino Final
do Lixo, mas para tanto é necessária a aprovação de lei pela Câmara
Municipal. O orçamento Municipal deve contemplar recursos para o serviço
de limpeza urbana que, em muitos casos, fica na ordem de 7 a 15% do
orçamento total, para que se tenha efetivamente um serviço de bom nível.
9. Onde buscar informações técnicas
• Ministério do Planejamento e Orçamento
(MPO) - Secretaria de Política Urbana (SEPURB)
Executora
da Política Nacional de Saneamento, implementa programas e ações de
fomento à gestão de fomento à gestão resíduos sólidos urbanos.
Endereço: esplanada dos Ministérios - Bloco “A” - 3º andar - CEP 70054-900 Brasília
- DF
Tel.:
(61) 315-1778 e 315-1779 / Fax: (61) 322-2024
e-mail: dilma@seplan.gov.br
• Ministério do Meio Ambiente, dos
Recursos Hídricos e da Amazônia Legal (MMA)
Executor
da Política Nacional de Meio Ambiente
- Secretaria
de Coordenação dos
Assuntos do Meio Ambiente
Esplanada
dos Ministérios - Bloco “B” - 8º andar - Tel.: (61) 317-1027 - CEP
70068-900 Brasília - DF
- Centro
Nacional de Referência
em Gestão Ambiental Urbana - tem por finalidade difundir planos, programas e projetos, em especial
aqueles que utilizam tecnologias alternativas e adequadas.
Convênio
com a Universidade Livre do Meio Ambiente
Rua Victor Benato, 210 - Pilarzinho - Tel.: (41) 254-5548 / Fax.: (41)
335-3443 - CEP 82120-110 Curitiba
- PR - E-mail: unilivre@unilivre.org.br - http://www.unilivre.org.br
- Sistema Nacional de Meio Ambiente
(SISNAMA) - em todos os estados existem órgãos estaduais de controle ambiental, integrantes do SISNAMA,
que podem fornecer informações sobre os aspectos institucionais, legais
e ambientais.
Ministério da Saúde
(MS)
- Fundação nacional de saúde
(FNS) - conta com regionais em todas as capitais dos estados e nas
maiores cidades do interior, dispondo de técnicos capacitados para orientar o
Município.
- Secretaria
de Vigilância Sanitária
- Departamento Técnico Normativo
- Coordenação de Avaliação de
Rede Física e Materiais Médicos e Hospitalares.
Informações
sobre dos Ministérios - Bloco “G” - Sala 756 - Tel.: (61) 315-2684 -
CEP 70058-900 Brasília - DF
• Instituto
de Pesquisas Tecnológicas
do Estado de São Paulo S.A (IPT) - órgão que tem a função de geração e transferência
de tecnologia; atende consultas de prefeituras, empresas e técnicos envolvidos
na solução de problemas ligados aos resíduos urbanos e industriais.
Endereço:
Cidade Universitária Armando de Salles de Oliveira - Butantã CEP 05508-901 São
Paulo - SP - Caixa Postal 0141 / CEP 01064-970 / Endereço Telegráfico
TECNIST - Tel.: (11) 268-2211 Ramais 126 e 456 - Telex: (11) 869-3353
- E-mail: sac@ipt.br
• Compromisso Empresarial para a
Reciclagem (CEMPRE) - dedicado diretamente às questões de reciclagem,
dentro do conceito de gerenciamento integrado de lixo. Vem acompanhando
experiências no brasil, incentivando e divulgando os melhores resultados.
Endereço:
Rua Pedroso Alvarenga, 1254, Conj. 52 - CEP 04531-004 São
Paulo - SP - Tel.: (11) 852-5200 / Fax: (11) 852-5264 - E-mail: cempre@amcham.com.br
10. Onde obter recursos para investimentos
• Ministério do Planejamento e Orçamento
(MPO) – Secretaria de Política Urbana (SEPURB)
A
SEPURB, contando com recursos do orçamento Geral da União (OGU), do
Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e de organismos internacionais,
apoia a implementação de ações na gestão de resíduos, através dos programas:
• Programa
de Ação Social em saneamento (PASS) - objetiva a implementação de
projetos nas áreas de maior concentração de pobreza nas grandes cidades e nos
municípios de pequeno e médio portes, com recursos do Orçamento Geral da União
(OGU) e contrapartida dos estados, Distrito Federal, municípios e Banco Interamericano
de Desenvolvimento (BID) (estes últimos destinados á ações em cidades com
15 a 50 mil habitantes).
• Pró-Saneamento - objetiva ampliar a eficiência dos serviços de água de esgoto,
disposição final dos resíduos sólidos e desenvolvimento institucional, com
recursos originados do FGTS e contrapartida
dos estados, Distrito Federal, municípios e concessionárias de serviços.
• Caixa
econômica Federal (CEF)
A
CEF é o agente operador dos programas de financiamento na área de resíduos
sólidos, implantados pelo Governo federal e, em alguns estados, pelo
Governo Estadual. Informações detalhadas das condições de participação
nos programas e critérios de seleção poderão ser obtidas nas agências
da CEF.
• Ministério do Meio Ambiente, dos
Recursos Hídricos e da Amazônia Legal (MMA)
Fundo
Nacional do Meio Ambiente - objetiva apoiar projetos que visem á implementação
da Política Nacional de Meio Ambiente, especialmente a conservação,
a recuperação e o uso sustentável dos recursos naturais, contribuindo
para a melhoria da qualidade de vida da população no país.
Destina-se
a entidades públicas das diversas esferas governamentais e organizações
não-governamentais, financiando, com recursos do Orçamento Geral da
União e do Banco Interamericano de Desenvolvimento, na área de resíduos
sólidos, projetos de coleta seletiva e de educação ambiental.
• Ministério da Saúde (MS) - Fundação
Nacional de Saúde (FNS)
Programa
de Sistemas de Coleta e Disposição Final de Resíduos Sólidos - objetiva
contribuir para a redução das doenças causadas pela proliferação de
vetores, especialmente a dengue e a leptospirose, além da proteção
dos mananciais e do meio ambiente, através de ações de armazenamento,
coleta, transporte, tratamento e destino final adequado dos resíduos
sólidos, utilizando-se recursos do Orçamento Geral da União, destinados
aos governos municipais.
Plano
Diretor de Erradicação do Aedes aegypti (PEAa) - empregando recursos do OGU, tem como objetivo
prestar orientação aos municípios quanto à implementação de ações voltadas à erradicação
do mosquito, dentre as quais ações de saneamento básico.
11. Normas existentes sobre resíduos sólidos
Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT) - Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar - CEP
20003-900 - Caixa Postal 1680 - Rio de Janeiro - RJ - Tel.: PABX (021) 210-3122 Telex: (021) 34333 ABNT - BR
NBR
- 843 -
apresentação de projetos de aterros sanitários de resíduos sólidos.
NBR - 1175 -
incineração de resíduos sólidos perigosos - padrão de desempenho.
NBR - 1183 -
armazenamento de resíduos sólidos perigosos.
NBR - 1264 -
armazenamento de resíduos classe II (não inertes) e classe III (inertes).
NBR - 7500 -
simbologia.
NBR - 8849 -
apresentação de projetos e critérios controlados de resíduos sólidos.
NBR - 8419 -
apresentação de projetos de aterros sanitários de resíduos sólidos urbanos.
NBR - 10703 - degradação do solo; terminologia.
NBR - 10004 - resíduos sólidos; classificação.
NBR
- 10005 - lixiviação de resíduos.
NBR - 10006 - solubilização de resíduos.
NBR - 10007 - amostragem de resíduos.
NBR - 12807 - resíduos nos serviços de saúde; terminologia.
NBR - 12808 - resíduos nos serviços de saúde; classificação.
NBR - 12809 - resíduos nos serviços de saúde; procedimento.
NBR - 12810 - procedimentos e manuseio de resíduos nos serviços de saúde
e coleta de resíduos nos serviços de saúde.
NBR - 12980 - coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos
urbanos.
12. Modelo de diagnóstico
OBJETIVO DO DIAGNÓSTICO: Este modelo de diagnóstico contém alguns
itens que poderão ser complementados com outras informações e tem o
objetivo de possibilitar ao município a realização de um relatório
básico inicial sobre a situação do manejo (coleta e destino final)
dos resíduos sólidos em uma localidade ou no município. Possibilita,
numa segunda fase, a realização de um relatório preliminar (mais completo,
incluindo dados mais técnicos) e, posteriormente, a realização de um
plano diretor, de projetos de coleta e destino final do lixo e da criação
ou modificação de uma estrutura de um Serviço de Limpeza Urbana.
I. INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O MUNICÍPIO
1. Município/localidade:
______________________________ Estado: ______
2. População
total:____________ Urbana: _____________ Rural: __________
3. Número de Imóveis:
______________
3.1. Número de terrenos baldios: _______________
3.2.
Número do prédios residenciais :
__________
3.4
Número de prédios industriais: ____________
4. Características do município:
4.1
Quais os dados/plantas que o município possui?
4.1.1. Mapa geral do município - escala 1:10.000 ( )
4.1.2. Planta cadastral ou semi-cadastral ( ) Escala:
_________
4.1.4. Planta com arruamento ( )
4.1.5.
Planta com identificação e mapeamento dos logradouros com a prestação dos serviços de saneamento ( )
4.3.
Número de óbitos por 1.000
nascidos vivos: ______________________________________________
4. A principal doença que gera internação hospitalar: _________________________________________
5.
Quais são as festas ou eventos
realizados no município? _____________________________________
5. Á
rea total do município: _________ km2
5.1. Área
urbana: ______________ km2
5.2. Área
rural: ________________ km2
6. Abastecimento
de água:
6.1.
O município tem seu próprio serviço de água? Sim
( ) Não
( )
6.2.
O abastecimento de água é feita pelo estado? -Sim ( ) Não
( )
6.3.
Qual o percentual da população abastecida? __________%
7. Coleta de esgoto:
7.1.
O município tem seu próprio serviço de esgoto? Sim ( ) Não ( )
7.2.
O esgotamento sanitário é feito pelo esgoto? Sim ( ) Não ( )
7.3.
Qual o percentual da população atendida? __________%
8.
Limpeza urbana:
8.1.
O município tem seu próprio serviço de limpeza urbana?Sim ( ) Não ( )
8.1.1. Secretaria Municipal? Sim ( ) Não ( )
8.1.2. Departamento da Prefeitura? Sim ( ) Não ( )
8.1.3. Autarquia Municipal? Sim ( ) Não ( )
8.2. O serviço é feito por terceiros? Sim
( ) Não ( )
8.3.
Parte é feito pela municipalidade e parte terceirizado? Sim ( ) Não ( )
8.4.
Qual o percentual do lixo gerado que é coletado? __________%
8.5.
Qual o percentual da população que tem lixo coletado? __________%
8.6.
Não tem serviço de limpeza urbana ( )
9. Qual
o orçamento da prefeitura? R$ ____________,00
10. Qual
o percentual destinado à limpeza pública urbana? __________%
11. O
município cobra taxa de limpeza urbana? Sim ( ) Não
( )
11.1. O montante respectivo à taxa é suficiente para cobrir os custos do serviço? Sim ( ) Não ( )
12. Quais as leis e códigos existentes no município? _________________________________________________
13. A limpeza urbana é regulada por alguma lei?
Sim ( ) Não
( ) Qual? _________________________________
13.1.
Existe regulamento para o acondicionamento do lixo? Sim ( ) Não
( ) Qual tipo? _________________
13.2. Existe
algum outro regulamento sobre o lixo? Sim ( ) Não
( ) Qual? __________________________
II. INFORMAÇÕES SOBRE A LIMPEZA PÚBLICA
14. Quais os serviços realizados pela limpeza urbana
no município?
( )
Varrição ( ) Raspagem de ruas
( ) Capinação ( )
Limpeza de terrenos baldios ( )
Limpeza de sarjetas ( ) Limpeza
de mercados ( ) Limpeza de
bocas de lobo (bueiros) ( )
Limpeza de praças e jardins ( )
Limpezas de feiras livres ( )
Coleta de animais mortos ( )
Podas de árvores ( )
Coletas especiais (móveis, etc.) ( )
Coleta de entulhos da construção civil ( )
Coleta do lixo industrial ( )
Coleta do lixo hospitalar ( )
Coleta do lixo residencial e comercial ( )
Limpeza dos matadouros ( )
Pintura de meio-fio ( ) Destino
final (lixão, aterro, reciclagem) ( )
Limpeza de córregos
14.1.
Qual a freqüência e local de
varrição
( ) Diária Locais:
________________
( ) Duas vezes
por semana Locais: ________________
( ) Uma vez por
semana Locais: ________________
( ) Irregular Locais:
________________
( ) Não tem coleta Locais: ________________
III. INFORMAÇÕES SOBRE A COLETA
15. Itinerário dos coletores (traçar itinerário dos veículos
numa planta de tamanho reduzido):
14.1. O itinerário foi definido por projeto técnico? Sim ( ) Não ( )
16. Freqüência
da coleta e locais:
( ) Diária Locais:
________________
( ) Duas
vezes por semana Locais:
________________
( ) Uma
vez por semana Locais:
________________
( ) Irregular Locais:
________________
17. Horários
da coleta:
17.1. Residencial: _________________________________________________
17.2. Comercial: __________________________________________________
17.3. Industrial: ___________________________________________________
17.4. Hospitalar: __________________________________________________
18.
Quantidade de lixo coletado por dia:
18.1. Residencial: ___________ Toneladas ou ___________ m3
18.2. Comercial: ____________ Toneladas ou ___________ m3
18.3. Industrial: _____________ Toneladas ou ___________ m3
18.4. Hospitalar: ____________ Toneladas ou ___________ m3
18.5. Outro ( ): _____________Toneladas
ou ___________ m3
Qual? _________________________________________________________
19.Transporte (número e tipo de veículos utilizados na coleta): ________________________________
19.1. Os veículos utilizados são de uso exclusivo do serviço? Sim ( ) Não ( )
20. Equipamentos e
utensílios pela limpeza urbana (número e tipo): ____________
21. Existem catadores antes da coleta? Sim
( ) Não
( ) Quantos? _______________
21.1. Eles são organizados em cooperativas
ou associação? Sim ( ) Não
( ) Qual? __________________
21.2. O trabalho deles é incentivado
pelo servio de limpeza urbana? Sim ( ) Não
( )
21.3. É desenvolvido algum tipo de trabalho
social com eles? Sim ( ) Não
( ) Qual? _____________________
22. Caracterização do lixo:
22.1. Existe algum levantamento/estudo
de caracterização do lixo? Sim ( ) Não
( )
22.2. Qual os percentuais encontrados?
Papel: _____% Vidro: _____% Plástico: _____% Metal:
_____% Mat. orgânica:
_____%
22.3. Qual o maior gerador de lixo? Residência ( )
Comércio ( ) Indústria ( ) Outro ( )
Qual? _______________
23. Existe
no município algum programa direcionado para coleta seletiva?
Sim ( ) Não ( )
23.1. Em caso positivo, a população atendida
corresponde satisfatoriamente? Sim ( ) Não
( )
23.2. Existe coleta seletiva? Sim ( ) Não
( )
23.3. Freqüência da coleta seletiva:
Lixo seco: Duas vezes por semana ( ) Três vezes por semana ( )
Lixo
orgânico: Duas vezes por
semana ( ) Três vezes por
semana ( )
23.4.
Existe posto de entrega voluntária? Sim ( ) Não
( )
23.5. O município tem estação de triagem
para reciclagem de material? Sim
( ) Não ( )
24. Existe
coleta diferenciada para o lixo hospitalar (Hospitais, clínicas,
laboratórios, etc.)? Sim ( ) Não ( )
24.1. Produção de lixo hospitalar? Toneladas ___________ ou ___________ m3
24.2. Destino final do lixo hospitalar:
__________________________________
IV. INFORMAÇÕES
SOBRE O DESTINO FINAL
25. Qual
o destino final do lixo?
( )
Lixão/vazadouro a céu aberto ( )
Aterro controlado ( ) Aterro
Sanitário ( ) Estação de triagem
para reciclagem
( ) Estação de compostagem ( )
Incineração ( ) Nenhum ( )
Outro. Qual? ______________________________________
25.1. Quais os equipamentos usados no
destino final? ________________________________
26. Existem catadores no destino final? Sim ( ) Não ( )
Quantos? _______________________________
26.1. Eles são organizados em cooperativas
ou associação? Sim ( ) Não
( )
26.2. O trabalho deles é incentivado pelo
serviço de limpeza urbana? Sim ( ) Não
( )
26.3. É desenvolvido algum tipo de trabalho
social com eles? Sim ( ) Não
( ) Qual? ______________________________________
27. Locais
utilizados pela população como destino final:
( ) Terrenos baldios ( )
Queima a céu aberto ( ) Córregos e rios ( ) Encostas ( ) Outro. Qual? ____________________
V. DESCREVER
OS PONTOS CRÍTICOS
28. Limpeza de logradouros: __________________________________________
29.
Coleta: _________________________________________________________
30.
Destino final: ____________________________________________________
31. Outro: _________________________________________________________
Data:
____________ Responsável
pelas informações: ____________________ Qualificação: _____________________
Cargo: _________________________________________ Endereço: ______________________________________
Tel.: ___________________________________________
Fax: ___________________________________________
E-mail: _________________________________________
13. Bibliografia consultada
1. MANSUR,
Gilson Leite. O que é preciso saber sobre limpeza urbana / por
/ Gilson Leite Mansur e José enrique R. Penido Monteiro. Convênio IBAM/SNS-MBES.
Rio de janeiro. IBAM/CPU, 1993. 128p.
2. LIXO
Municipal: manual de gerenciamento integrado/Coordenação: Niza Silva
Jardim...et al. São Paulo: Instituto de Pesquisas tecnológicas/CEMPRE,
1995. 278p. (Publicação) IPT 2163).
3. PEREIRA
NETO, João Tinôco - Manual de compostagem - processo de baixo
custo, belo Horizonte: UFMG, 1996. 56p.
4. CASTRO, Alaor de Almeida et al. - Saneamento - Belo Horizonte: UFMG/EG, 1995. 221p. (Manual de Saneamento e proteção ambiental para municípios, 2)
* Os resíduos hospitalares e industriais deverão obedecer as normas dos órgãos de saúde ambientais e da ABNT
